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Posted on 11/07/16 in Gestão Empresarial

9 dicas para cortar gastos e manter algum dinheiro sobrando

Fonte: Notícias Ao Minuto

A crise aperta o bolso de muitas famílias brasileiras, que estão sentindo a alta do preço de alimentos como o feijão e das contas. Com o dinheiro escasso, alternativas são imprescindíveis para contornar a situação. Mas como tudo tem seu lado bom, muitas pessoas aproveitam os tempos difíceis para começar a se educar financeiramente e economizar com supérfluos. Especialistas dizem que o grande segredo para conseguir juntar dinheiro é tornar a prática um hábito. “Poupar é um hábito, fazer o controle dos gastos e da receita é um hábito. Tem que fazer sempre para se acostumar”, afirma Thiago Alvarez, presidente do Guia Bolso, em entrevista para o Portal UOL. O especialista listou nove dicas para quem quer ter mais dinheiro no bolso – ou no cofrinho:

Comece anotando tudo — Saiba exatamente quanto você ganha e quanto gasta, através de anotações, planilhas ou até mesmo com aplicativos. Assim, será possível ver onde o dinheiro está sendo gasto que poderá ser cortado.

Use a fórmula para limitar gastos — Use a fórmula 50-15-35 dividir os gastos. Funciona assim: 50% de tudo o que ganha vai para gastos essenciais: moradia, comida, saúde, transporte e educação. Depois, 15% vai para prioridades financeiras da família, mas o ideal é que este valor seja poupado. Por fim, 35% para manter estilo de vida: lazer, academia, cabeleireiro, restaurantes. Desta forma, todos os gastos que fujam muito deste valor devem ser cortados.

Renegocie dívidas — É essencial saber quais dívidas existem, os valores exatos de cada uma e traçar um plano para saudá-las. Alvarez afirma que uma pessoa pode ser considerada superendividada quando tem acima de 15% da renda comprometidos com dívidas de curto prazo, como cheque especial e cartão de crédito. Caso esteja com muitas dívidas, procure credores e renegocie os pagamentos. Mas atenção: só feche acordos que possa cumprir.

Crie uma reserva de emergência — É muito importante criar uma poupança para momentos de emergência. O ideal é poupar de 3 a 6 meses de salário (3 meses no caso de um funcionário público concursado, 6 meses para os demais trabalhadores). Este valor deve ficar guardado em uma aplicação fácil de ser sacada.

Cuidado com o cartão de crédito — Sempre que possível, faça as compras à vista. Use o cartão somente em situações necessárias e sempre pague a fatura em dia. Não use o rotativo e use somente para obter milhagens. “Mas não aconselho a pagar conta de água, luz, e outras despesas essenciais no cartão. Essas contas devem ser pagas de uma vez. O cartão serve para compras eventuais como lazer e estilo de vida”, diz Alvarez.

Pare de pegar empréstimos — Cheque especial não é parte da renda. Empréstimos devem ser feitos somente como último recurso e não devem se tornar um hábito mensal. Programe-se com antecedência para comprar algo ou fazer viagens e vá juntando dinheiro. O ideal é juntar primeiro e gastar depois, não gastar primeiro e depois pagar a conta.

Troque dívidas caras por outras mais baratas — Cheque especial e cartão de crédito são os créditos que mais têm juros no mercado. Ao invés destes créditos, adira ao empréstimo consignado ou empréstimo pessoal, que têm juros menores.

Poupe de 10% a 15% do salário — O ideal é poupar 15% do salário todo mês. Mas, para quem não está acostumado, começar com uma meta de 10% é suficiente – o importante é poupar, nem que pouco.

Pense na aposentadoria — Poupar para o futuro é importante e um bom planejamento financeiro possibilita que isso seja feito sem sacrifícios. Quanto mais cedo a pessoa começa a poupar para a aposentadoria, mais tempo terá de juntar um bom patrimônio sem que isso seja um grande sacrifício.